O projecto Fora de Cena, a Culturgest e o Festival de Teatro de Almada apresentaram "Gengis Entre os Pigmeus" do dramaturgo britânico Gregory Motton nos dias 4, 5, 6, 8, 9 e 10 de Julho de 2008 em Lisboa na Culturgest, integrado no programa do Festival de Almada.
Com Dinarte Branco, Inês Nogueira, Pedro Marques, Teresa Sobral e Teresa Tavares. Cenários e figurinos de Luís Mouro.
Teatro Gil Vicente, em Coimbra, a 17 de Julho.

GENGIS ENTRE OS PIGMEUS de Gregory Motton

GENGIS ENTRE OS PIGMEUS de Gregory Motton
Foto Pedro Polónio. Julho 2008.

10 de Junho de 2008

MARCA REGISTADA

Gengis vai trabalhar nas Filipinas. Quer pesquisar a base industrial dos E. U. A.
Mas como nos E. U. A. não há fábricas tal e qual ele deve ir para a Ásia.
Para a fábrica do Tio.
Onde fazem o Sanilav e o Café Arco-Íris, e os baraços dele.
A Titi vendeu a patente ao Tio ou ela também se tornou uma mulher de "armas"?
Pela mala de viagem que traz no final ela acompanha o Tio, claro.
Gengis tornou-se uma marioneta ao serviço da ganância do Tio e oportunismo da Titi. É o sacrificado. Esfola os dedos até aos ossos. Vive entre os pigmeus. É um homem de ontem.
E volta a Inglaterra. O Tio salva-o mais uma vez. Serve-lhe a Experiência da Esperança numa chávena de Café Arco-Íris.
Gengis sonha, tem visões utópicas, o arco-íris que se projecta sobre ele é magnífico e aquece-lhe o coração.
É arte? É Filosofia? Não. É apenas uma chávena de Café Arco-Íris (marca registada).

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