Grandes debates filosóficos sobre aquilo que se quer. Quem são estas personagens? O que é que elas querem na peça? Que viagem fazem? Que caminhos contraditórios e difíceis trilham?
Voltemos ao início, vamos ler a peça, vamos perceber todos os pormenores até ao seu mais ínfimo detalhe. Vamos escalpelizá-la. Despi-la até ficarem só os ossos. Decidir que força está por trás destes três.
Sentemo-nos à volta de uma mesa e decidamos todos. Não podemos partir do princípio de que todos percebemos isto da mesma maneira, ainda que possa parecer à primeira vista.
Não podemos perguntar é porquê. Por que é que ele faz isto? Não interessa. Só precisamos de saber o quê.
Mas sempre? Não se pode generalizar.
Não combines tudo mas também não deixes de combinar tudo até ao mais ínfimo detalhe. Deixa o corpo decidir. E não a cabeça.
A imagem de um homem com a cabeça na forca mas que nunca chega a ser enforcado porque a pena capital foi abolida - é o nosso capitalismo. E o arco que ele traça, ou o arco-íris, é o Gengis a trabalhar para o Tio na sua fábrica de café Arco-Íris nas Filipinas.
Gengis quer atenção, quer ser ouvido. O Tio quer fazer-se ouvir, ele sabe tudo, quer ensinar o Gengis, e não toma o poder porque isso seria uma grande carga de trabalhos. A Titi assiste o Tio, mas não se importa. Tanto vai como vem. Tanto tem ideias como as dispensa. E fica chateada quando o Gengis vai para as Filipinas e se apaixona pela Polegarzinho. Ciumenta.
Maurice é o administrador do banco central da América. É o tipo dos negócios. Obscuros. É a face limpa do bilionário que se junta à luta contra o capitalismo - o Bin Laden? Ou o Maradona?
Voltemos ao início, vamos ler a peça, vamos perceber todos os pormenores até ao seu mais ínfimo detalhe. Vamos escalpelizá-la. Despi-la até ficarem só os ossos. Decidir que força está por trás destes três.
Sentemo-nos à volta de uma mesa e decidamos todos. Não podemos partir do princípio de que todos percebemos isto da mesma maneira, ainda que possa parecer à primeira vista.
Não podemos perguntar é porquê. Por que é que ele faz isto? Não interessa. Só precisamos de saber o quê.
Mas sempre? Não se pode generalizar.
Não combines tudo mas também não deixes de combinar tudo até ao mais ínfimo detalhe. Deixa o corpo decidir. E não a cabeça.
A imagem de um homem com a cabeça na forca mas que nunca chega a ser enforcado porque a pena capital foi abolida - é o nosso capitalismo. E o arco que ele traça, ou o arco-íris, é o Gengis a trabalhar para o Tio na sua fábrica de café Arco-Íris nas Filipinas.
Gengis quer atenção, quer ser ouvido. O Tio quer fazer-se ouvir, ele sabe tudo, quer ensinar o Gengis, e não toma o poder porque isso seria uma grande carga de trabalhos. A Titi assiste o Tio, mas não se importa. Tanto vai como vem. Tanto tem ideias como as dispensa. E fica chateada quando o Gengis vai para as Filipinas e se apaixona pela Polegarzinho. Ciumenta.
Maurice é o administrador do banco central da América. É o tipo dos negócios. Obscuros. É a face limpa do bilionário que se junta à luta contra o capitalismo - o Bin Laden? Ou o Maradona?


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